Posts na categoria ‘poesia’

elogio do amor demais

elogio do amor demais
há amores de muitos tipos.
aqueles que começam rápido
demais. fundo demais. conhecido
demais. feliz demais. dolorido
demais. tesão demais. e para
o sempre demais. nesses amores.
os amantes conhecem muito.
se sentem muito. e. de trás pra
frente. se desconhecem. o matar
ou morrer por amor. é o antído-
to para o desconhecer.
há amores de muito tipos.
aqueles que começam devagar
demais. raso [...]

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Filosofias da Linguagem

Filosofias da Linguagem
Axioma:
No fim e no começo há silêncio: e, no meio, ruídos.
Refutação:
Não se encontra fim ou começo.
Axioma:
Sem fim e sem começo: há apenas silêncio.
Refutação:
[...]

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Girassol Invictus

Girassol Invictus
Cabe, quase nunca cabe, diz, não vale a pena calar, estou no mês de Agosto, o sol não é tão forte, mas mostra o quão forte será, lembro dos poemas que escrevi para o sol, aquele que me faz sofrer, tanto, mas, cá em Agosto, fico contente em pensar nesse sofrimento todo, ai de [...]

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Apresentação, ainda, quando, Judith Herzberg

Convivências: até onde consigo?
Ainda não apresento o ensaio que escreverei sobre essa bela poeta. Antes da expressão não há um porquê para a exploração dos conteúdos. Ou das expressões que sou capaz de pensar desde Judith Herzberg. Esse ensaio que prometo, como todas as promessas, é tarefa que não serei capaz de me desviar, mas [...]

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poemóbiles: bordas de barro

o múltiplo é o
móbile que não
se pendura.
o uno é a
marionete que não
dança.
poemóbiles: só seguidos de desmanifestos.
ou de definições: seguidas de um poema escultura.
com bordas de barro.

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O Machado de classes: Roberto Schwarz

Elementos estruturais da sociedade brasileira.
Uma leitura de Dom Casmurro.

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