Roland BarthesOpacidade e transparência parece ser uma das dualidades mais importantes. Ela pode ser encontrada numa seqüência enorme de pares conceituais: claro e escuro, autonomia e heteronomia, liberdade e servidão e intimidade e publicidade. Não desejo, para todos os efeitos, o par intimidade e publicidade, prefiro, para todos os efeitos, a intensidade entre intimidade e expressão. Alguns ensaios evidenciam a relação entre intimidade e expressão, gosto muito do recente, escrito por Coetzee, Diário de Um ano Ruim. Contudo, darei publicidade ao ensaio de Barthes, ainda mais brilhante que o de Coetzee, porque as fotografias tratam disso, do brilho, A Câmara Clara. Então, clique aqui para copiar o livro.