a canela e as minhas formigas
jul.12, 2008 em
poesia
a canela e as minhas formigas
(I)
invente um corpo
carregador de poemas
e saberá.
porque se me encurvam
as costas.
(II)
escrever poesia ao
ar livre. é como
levar mordidas de
formigas na canela.
olha-se o papel:
- ai mundo.
sente-se a mordida:
- ai vida.
sente-se o estalido:
- ai osso.
o coração, suas batidas:
- ai vida.
(III)
arruma alguma coisa
pra fazer. com a morte
me entendo Eu.
setembro 1st, 2008 às 4:19
Adorei!
setembro 9th, 2008 às 0:34
Oi querida,
não agradeci… Obrigado!!!
Um beijo,
Cesar Kiraly