Venho apresentar duas notÃcias e dois pedidos:
(1) O meu ensaio Da fotografia de Daniel foi citado por Daniel Blaufuks em sua página. Em virtude do acontecimento fiz uma nova apresentação para o post. Peço que dêem uma olhada. E se possÃvel, leiam o ensaio, ia gostar de trocar experiências. Vamos aproximar continentes!
(2) O meu livro O Guarda-Chuva de Regras foi comentado no excelente site CrÃtica na Rede. Agradeço ao colega professor Desidério Murcho. Então, dêem uma espiada. Se possÃvel votem com notas altas. E façam comentários entusiastas!
Um abraço,
Kiraly








on Jul 31st, 2008 at 4:54 pm
Comentário sobre o Show da Trupe do O Teatro Mágico.
Olá.
É a primeira vez que leio um texto seu, e não me contive, tive que deixar um comentário pra você.
Como todo mundo é livre para expressar, assim como você foi, venho lhe dizer que achei um ‘tanto quanto SUPER’ triste este seu texto.
Uma pessoa que apenas analisa, sem sentir, aproveitar, curtir, acha que tem ‘idade suficiênte’ para não curtir (se é que me entende), acha que estar no meio de um ‘vuco-vuco’ de crianças/adolescentes/adultos é algo fora dos seus padrões.
Até entendo que você tenha uma certa tendência à sempre analisar e criticar as coisas desse tal de ‘mundão’ em que vivemos, talvez por ser filósofo, não sei.
Não estou criticando, só estou aqui pra dizer que as vezes a gente tem que se abrir, deixar as crenças, os problemas, a forma de analisar e criticar pra lá… acredito que seja exatamente por isso que hoje em dia adultos não possam mais ‘chorar’, não possam mais viver livremente, preocupados demais com TUDO o que esta em volta, e deixando de se preocupar com as coisas gostosas da vida.
Sua companhia curtiu o som do O Teatro Mágico, e por isso ela se torna diferente?
Não sei, talvez eu possa estar equivocada ou não tenha entendido corretamente o seu texto, mas acredito que criticar por tentar ser adulto torna uma pessoa adultera.
Caso eu tenha escrito coisas que não tem haver com o texto, favor ignorar esta mensagem. heheh
Abraços
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on Jul 31st, 2008 at 8:54 pm
Oi Carol,
acho que você leu o texto de um jeito muito especial. Porque a maioria das pessoas que leram riram bastante, mas você tem razão, é um texto muito triste. Então, acho que fez uma coisa que nem sempre pode ser feita, olhar por detrás da cortina do teatro, para ver quem está fazendo com que as coisas funcionem. Acabou por me surpreender, fui pego em flagrante, transformando as minhas rabugices em conceitos. Mas para além dessa forma e reconheço que não sou o mais contente dos seres humanos, existe no texto, não um apelo para que sejam rabugentos como eu, mas que sejam criativos e dispersivos como aqueles a quem vejo. Por isso, o apelo do texto é pelo fronteiriço, os de nariz pintado, os anões, os jovens, os velhos coloridos etc. Mas por mais rabugento que eu seja, apelo, e esse é meu apelo final, é que não me seja tirado o direito de também estar entre fronteiriços, porque entre os fronteiriços, penso eu, também há espaço para os contemplativos e um pouco melancólicos escritores de textos e, por vezes, de alguns encantamentos. Porque se os fronteiriços me negarem o direito ao pertencimento, desse mundo que por vezes me faz rabugento, estarão a criar perigosas fronteiras. Vou lhe contar um segredo, mas que fique apenas entre nós dois, e que provavelmente tornará o texto ainda mais triste, a companhia da qual falo não existe, a pessoa a quem você defende, da mesma forma, nunca assisti ao espetáculo sobre o qual comento. Mas leia outras coisas que escrevi, quem sabe não lhe arranco um sorriso.
Um abraço,
Cesar Kiraly
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on Aug 3rd, 2008 at 8:38 pm
hahaha…olha eu caindo de páraquedas por aqui de novo…
Estranho que este texto não me saia da cabeça (não só pelos palhaços, que resolveram brotar na minha frente ultimamente)…
Uia… acabei lendo o segredo que era para ficar entre vocês dois (perdão, estava com preguiça de dar outro clique para ir no novo blog), agora é um segredo de três…
Eu entendo que a Carol tenha achado este texto um “tanto quanto SUPER” triste, eu mesma teria o mesmo pensamento há algum tempo atrás… hoje me identifico muito com ele, talvez não pelo motivo principal que levou o autor a escrevê-lo (quem sabe?). Ele me fez pensar sobre a minha própria solidão e sobre as barreiras que eu mesma construà e faço questão de mantê-las em pé… parece triste? talvez…
Agora, César, não é realmente interessante que este texto tenha rendido tantos comentários? E agora que você revelou esse segredo ele parece mais interessante ainda…
Carol, reforço a recomendação do César… leia os outros textos, de duas uma: ou você se sentirá estranhamente depressiva, ou verá as coisas por um ângulo bem diferente do qual estamos acostumados a ver… De qualquer forma, acho que você vai gostar…
Criança (se acostumando à presença de palhaços)
[copiado do blog anterior, caso eu seja a única a ainda visitá-lo]
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on Aug 4th, 2008 at 1:37 pm
Oi Criança, deu um bocado de pano pra manga!!! risos…
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on Aug 5th, 2008 at 10:45 am
Será que não pode haver tristeza na felicidade ou alegria na tristeza?
Como diria Goete: “não há nada pior do que uma sucessão de dias belos!”
Afinal são modos de fazer mundos.
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on Aug 6th, 2008 at 12:28 pm
Oi meu amigo!!!
que bom vê-lo comentando aqui também. Mas não é isso mesmo?!? Não há nada pior do que uma sucessão de dias belos. É isso que quero dizer pela admissibilidade fronteiriça aos modos de dizer, que são, modos de fazer. Porque a controle da felicidade pela tristeza e da tristeza pela felicidade é uma fronteira muito cruel, que, dentre outras coisas, impede a ambivalência: sofrÃvel e deliciosa!
UM ABRAÇÃO!!!
Cesar Kiraly
P.S. Gostou da casa nova???
[Reply]
on Aug 10th, 2008 at 11:17 pm
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